Inicio Opinião Bons Negócios (Senso) Precisam-se!

Bons Negócios (Senso) Precisam-se!

Ultimamente, o Estado português ao leme do nosso Primeiro ministro António Costa, e do ministro encarregue da pasta relativa às infraestruturas e habitação, Pedro Nuno Santos,
na precedência de uma grave crise económico-financeira, têm feito negócios com dinheiro público, que nenhum investidor com bom senso faria.

Estes ilustres investidores em nome do povo português, recentemente compraram comboios a uma empresa espanhola, usados e por recondicionar, com o alvará do Ministro
Pedro Nuno Santos de que bons negócios como este seriam ensinados aos restantes países europeus e até aos privados, se fosse necessário.

Os Holandeses, fartos de compactuar com financiamento europeu aos países do sul da Europa, em compensação divertem-se com algumas declarações dos nossos ministros.

O transporte ferroviário é um assunto muito caro ao concelho de Felgueiras, já que na promessa de alguns executivos camarários, o projeto de trazer o comboio até felgueiras nunca se concretizou até ao momento.

Pelo menos enquanto se fazem “bons negócios” como este, pouca esperança haverá no sonho do comboio. Enquanto não houver uma modernização total da linha ferroviária Porto- Lisboa e vice-versa, para que a viagem demore menos de quatro horas em média, e uma estratégia centrada no cliente, irá persistir a diferença muito significativa que existe entre as grandes cidades do Porto e Lisboa com as restantes cidades do país, no
que respeita aos transportes urbanos.

Há mais algum tempo, também na alçada do Ministro Pedro Nuno Santos, o Estado português sob o pretexto de a Transportadora Aérea Portuguesa (TAP) ser estratégica para o país, acordou injetar perto de 1200 milhões de euros numa empresa que tem apresentado prejuízo regularmente, e além disso tem prática corrente de distribuir gratificações aos colaboradores, mesmo nos anos que apresenta prejuízos. Para agravar a sua imagem financeira, a TAP não terá apoios europeus que seriam destinados a compensar a perda de volume de negócios causada pela pandemia que nos afeta a todos.

A justificação para não estar elegível a esses apoios, foi a condição financeira apresentada pela empresa a 31 de dezembro, já ela claramente débil. Portanto, ninguém quer emprestar ou injetar dinheiro na TAP a não ser o Estado português.

Será estratégica uma transportadora
aérea, quando a mesma não está ao
alcance do poder de compra de pelo
menos 60% da população portuguesa?
Será uma companhia estratégica,
quando nós felgueirenses, precisamos
de ir a Lisboa para viajar até ao
Brasil, por exemplo, através da TAP?

Ludwig von Mises, economista e filósofo austríaco, há precisamente 100 anos, alertava para o facto de que os socialistas, principalmente os comunistas soviéticos, tinham como prática económica ruinosa gastar o mais possível, pois os lucros seriam maiores.

Naquela época o mundo rejeitou o aviso de Mises de que o socialismo é a abolição da economia racional. A bem de todos nós, que não se cometa os mesmos erros do passado.

Sejamos racionais em tudo, e com isso o
bom senso aparece.

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