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Desejo de Ano Novo: Saúde

O ano de 2020 aproxima-se do fim e a memória amarga da COVID-19 fará com que nos lembremos dele como um dos anos mais difíceis das nossas vidas. 

Todos desejamos que 2021 nos permita suavizar rapidamente as más recordações das dificuldades passadas em 2020 e isso dependerá, em grande medida, da capacidade de concretizar rapidamente um combate eficaz à pandemia. 

Após o desenvolvimento e aprovação de vacinas, a expectativa da população num final próximo para a crise pandémica aumentou, esperando-se agora que o Governo tenha a capacidade de implementar a estratégia de vacinação mais adequada. O tempo revelará o resultado da decisão de determinar que a administração das vacinas contra a COVID-19 seja uma tarefa exclusiva do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

O que a realidade já demonstrou é que o SNS não foi capaz de evitar, durante 2020, a morte em excesso de milhares pessoas com doenças não-COVID e esse desastre de saúde pública poderia ter sido evitado se atempadamente se tivessem envolvido os sectores privado e social da Saúde na gestão da crise pandémica.

Embora fosse mais fácil fazermos a passagem de ano convencidos de que a COVID-19 ficou para trás, é importante que tenhamos consciência de que a crise sanitária continuará a afectar a nossa saúde durante um longo período de tempo e que as mais gravosas consequências económicas e sociais da pandemia estão, muito provavelmente, ainda, por se manifestar. 

Esta verdade é dolorosa, custa ouvi-la e, portanto, poucos assumem a impopularidade de falar dela, mas, sem o conhecimento da verdade não é possível optimizar a acção necessária para que ultrapassemos as dificuldades que nos esperam e para que corrijamos as insuficiências estruturais do nosso país, que a pandemia deixou, mais uma vez, evidentes.

Nas últimas décadas as políticas socialistas têm empobrecido Portugal e caminhamos a passos largos para nos tornarmos no país mais pobre da Europa. Isso tem reflexo, por exemplo, na capacidade de investimento público em Saúde.

O caminho socialista demonstrou não levar ao destino desejado, pelo que se queremos cumprir o desejo sempre adiado de fazer prosperar Portugal temos de escolher outro caminho, o caminho do liberalismo. 

Nesse sentido, é necessário:

– promover a iniciativa privada, porque é ela que cria riqueza que permite alcançar, por exemplo, melhores salários para trabalhadores dos sectores privado e público e melhores investimentos e serviços públicos, nomeadamente, em Saúde;

– promover a mobilidade social, porque só uma sociedade em que a progressão na vida dependa do mérito pode fixar os seus melhores, em particular aqueles entre os mais jovens, também, na área da Saúde, e aspirar à justiça social e ao desenvolvimento humano;

– promover a liberdade de escolha, por exemplo na Saúde e na Educação, para que todos, independentemente das suas origens, possam ter igualdade de oportunidades;

– promover a dignidade das pessoas, porque cada indivíduo é único e deve ser respeitado na sua individualidade, para que todos possamos viver saudavelmente, felizes e em paz em comunidade.

Para o Ano Novo o meu desejo para todos é Saúde!

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