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Iniciativa Liberal aponta incongruências no discurso assente na defesa do ambiente

A Iniciativa Liberal de Felgueiras lamenta que o discurso do “PS/Livre e do PSD” assente na defesa do ambiente, mas que na prática sejam gastos valores avultados em propaganda que “prejudica o ambiente”.

O partido com o orçamento de campanha destas eleições mais baixo – 1.965,26€ – esclarece que a campanha de Nuno Fonseca está orçamentada em 85 mil euros e a do PSD em cerca de 64 mil, para um combate político que arrancou esta terça-feira – recorde-se que as atividades propagandísticas foram suspensas nos últimos dias devido à morte do ex-presidente da República, Jorge Sampaio.

“Com todo este dinheiro, socialistas e social-democratas encheram Felgueiras de cartazes e andam agora a poluir, sonoramente e com abundante material de propaganda, as ruas do nosso município”, referem.

As incongruências são apontadas ao atual executivo, “em particular” por se destacar “na prática de abate a árvores no espaço público” em prol de “betão e pedra”.

“Este comportamento denota a hipocrisia política dos partidos que têm estado na presidência da Câmara Municipal de Felgueiras. É óbvio que quem assim se comporta não deve merecer a confiança dos Felgueirenses”, realçam.

A IL recorda que limitará ao máximo o impacto ambiental da sua campanha,
utilizando, sobretudo, os meios digitais de comunicação.

“Estamos convictos de que cada vez mais pessoas compreendem a importância de penalizar a hipocrisia política e que essa penalização não se faz com abstenção, mas, isso sim, votando em partidos que dizem a verdade e propõe soluções efetivas para os problemas”, enaltecem.

Iniciativa Liberal propõe novo modelo no domínio do ambiente

A IL recorda as propostas já apresentadas, assentes no domínio do ambiente. Entre elas está o modelo de gestão e recolha de lixo, em que cada família paga apenas o que produz, tendo em conta a necessidade de ajustar a rede de ecopontos e ilhas ecológicas no Município às suas necessidades.

No que respeita ao consumo de água, a IL considera que o uso de fontanários deve ser promovido pela autarquia, onde seja assegurado o controlo periódico da qualidade da água.

“Não esquecendo a importância dos rios como ativo do desenvolvimento local”, afirmam.

Mais uma vez, pedem “justiça” nos gastos com o tratamento de águas residuais para habitações sem saneamento básico. “Habitações sem acesso a saneamento básico não devem ser superiores aos gastos em habitações com acesso ao saneamento básico”.


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