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InícioFreguesiasAirães"Nascem, crescem, reproduzem-se e morrem"

“Nascem, crescem, reproduzem-se e morrem”

O Jardim de Infância de Airães promoveu uma iniciativa – comum a outras instituições de ensino – para mostrar às crianças “o ciclo de vida de um animal”.

“Foi esta experiência magnífica que proporcionamos às crianças do nosso Jardim de Infância, através dos ovos guardados desde o Verão passado e que na Primavera abriram para a vida de novos seres”, começam por explicar.

A instituição de ensino mostrou o ciclo de vida dos “Bichinhos da Seda” ás crianças.

“Fotografamos e registamos, passo a passo, a sua evolução, desde o nascimento dos primeiros bichinhos, passando pela sua alimentação, com a recolha de folhas de Amoreira no adro da Igreja de Airães, ao aparecimento dos casulos e, por último, ao nascimento das borboletas”, pode ler-se.

Estas, após acasalarem, deram origem ao aparecimento dos ovos, que na próxima Primavera darão origem a novas vidas. As crianças foram completamente envolvidas neste processo, registando individualmente, em folha própria, tudo o que lhes foi dado a observar dentro daquelas casinhas mágicas.

Um pouco de História: China

Os chineses tiveram exclusividade na fabricação da seda por três milênios. Cientes do valor comercial do tecido que pode ser usado em dias quentes ou frios, o governo chinês proibiu a exportação de ovos de bicho da seda e sementes de amoreiras, condenando à morte os traficantes. Os europeus só desvendaram o mistério em 552, quando o imperador romano Justiniano enviou alguns monges à China, em missão de espionagem. Na bagagem, os supostos religiosos esconderam ovos de bicho-da-seda dentro de bordões de bambu. Constantinopla tornou-se o primeiro centro de seda da Europa. Nos séculos seguintes, a sericultura disseminou-se por todos os continentes.

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