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Cortejo das Flores: ficam as memórias

O Cortejo das Flores, desde a década de 30 que é para muitos felgueirenses, um dos momentos mais marcantes do ano, num misto de festa, cor e devoção religiosa.

Cumprindo a tradição antiga, a população sobe a pé, no dia de São Pedro, dia de feriado municipal – 29 de junho, o íngreme monte de Santa Quitéria, em Felgueiras, carregando cestos de flores que depositam aos pés de nossa senhora.

A marcha, pelo caminho das capelas, é precedida de muitos dias de trabalho de preparação dos arranjos florais, dos trajes que remontam à lavoura de outros tempos e dos versos rimados que vão sendo entoados na longa subida, enquanto os homens tocam instrumentos tradicionais, como harmónicas, concertinas, violas, tambores, cavaquinhos, ferrinhos e castanholas, a fazer lembrar o folclore tão característico na região.

No final, a base do pedestal da imagem da santa fica repleta de milhares de ramos de flores.

Missa de S. Pedro no único ato oficial – 2021

Devido à pandemia, há dois anos que não se realiza o Cortejo das Flores, tendo as festividades ficado limitadas à celebração de eucaristias. Segundo o nosso jornal apurou, junto de comerciantes, este ano, ao contrário do que seria expectável, dado que o processo de vacinação já arrancou, não foi permitido qualquer festividade.

“Este ano houve ainda menos o sentimento de S. Pedro, que no último ano”, ouvia-se com frequência, pelas ruas de Felgueiras.

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