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Palco de Ideias: Cemitério Municipal

O novo cemitério municipal foi anunciado pela autarquia há alguns meses. O atual está sobrelotado e há muito tempo que se reclama um novo espaço. O que pensam os líderes políticos locais?

“Este espaço não deve conter referências a religiões, deve estar integrado na paisagem, ter um crematório e ser um local de paz e reflexão”. É assim que o líder do partido Livre, Mário Gaspar considera que deva ser o futuro Cemitério Municipal.

No entanto, Amandio Serrano (Chega) e António Peixoto (PCP) concordam que “são necessidades sentidas há vários anos” e que “urge resolver este problema com a maior brevidade possível”.

“Sendo uma necessidade que se verifica há diversos anos, é já um empreendimento a que foi dado sinal de partida – coisa que o executivo do PSD nunca tinha feito”, considera Mário Gaspar (Livre).

Já Miguel Vilas Boas (CDS) discorda ligeiramente de Mário Gaspar. “Apesar de ter sido anunciado com pompa e circunstância, segundo o que o CDS apurou esta é mais uma obra à espera da revisão do PDM”, diz.

“Os anteriores executivos não conseguiram apresentar soluções. O executivo Sim Acredita abriu o concurso para a elaboração do projeto, no primeiro mandato, reconhecendo os reais problemas da nossa terra”, considera Marco Silva (PS).

O Chega e o PCP concordam num aspeto: as famílias deparam-se com dificuldades em adquirir campas.

Apesar de concordar com algumas das características que o novo cemitério poderá vir a ter, Vítor Vasconcelos (PSD) lamenta o local escolhido. “Vai sobrecarregar uma das zonas principais da cidade, na infraestrutura futura de uma boa acessibilidade ao Monte de Santa Quitéria”.

Quem parece ir de encontro a esta visão é Pedro Ferreira (Iniciativa Liberal) que considera que as acessibilidades merecem uma especial atenção. “Não deve esquecer as acessibilidades um calcanhar de Aquiles, pese embora a previsão de novos acessos pelo Monte de Santa Quitéria”, refere.

“É uma promessa eleitoral que vai tardar em cumprir-se, num projeto mal-amanhado de soluções, sem participação pública”, lamenta Vítor Vasconcelos (PSD).

Devido à situação do PDM Miguel Vilas Boas (CDS-PP) acredita “ser preciso esperar mais alguns anos para ver este problema resolvido”.

“Esperemos que a mesma não fique pelo papel”, refere António Peixoto (PCP).

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