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Sarrabulho doce marca encontro comunitário em Caíde de Rei

O tradicional Cantar das Janeiras vai dar o tom à tarde do próximo dia 1 de fevereiro, no Cais Cultural de Caíde de Rei, num evento que junta música popular, gastronomia e convívio comunitário.

A iniciativa integra a Festa do Sarrabulho Doce, promovida pelo Cais Cultural da freguesia, no concelho de Lousada.

De acordo com o presidente da associação, Rúben Edgar, a Festa do Sarrabulho Doce nasceu com o propósito de valorizar uma tradição gastronómica antiga da localidade, ligada à matança do porco e à tradicional “rojoada”, mas também com o objetivo de preservar a identidade cultural da região e criar um momento de encontro comunitário, “ao mesmo tempo, esta iniciativa permite-nos angariar fundos, uma vez que o Cais Cultural de Caíde de Rei é uma associação sem fins lucrativos”, sublinha.

O evento tem início ao começo da tarde com um almoço convívio, marcado para as 12h30, onde os participantes poderão saborear rojões acompanhados de pão, salada, bebida e o tradicional sarrabulho doce. A refeição tem um custo de 12,50 euros por pessoa, sendo solicitado que cada participante leve a sua própria loiça.

Segundo a organização, esta iniciativa assume um papel fundamental na preservação de uma iguaria que esteve em risco de cair no esquecimento, “a festa contribui para a valorização da gastronomia tradicional de Caíde de Rei e da região.

Em parceria com a Confraria do Sarrabulho Doce, o nosso objetivo é continuar a promover esta especialidade, dar maior visibilidade à cultura local e reforçar o orgulho e a identidade da comunidade, até porque para muitas pessoas esta é a única oportunidade do ano para degustar o sarrabulho doce”, explica.

A partir das 15h00, vários grupos locais sobem ao palco para manter viva uma tradição que atravessa gerações. O Grupo de Cavaquinhos de Caíde de Rei, o Grupo de Janeiras da Casa do Povo da Longra, o Grupo Folclórico Senhora da Aparecida e o Grupo de Janeiras do Cais prometem uma tarde de animação e celebração da cultura popular.

Para o presidente do Cais Cultural, preservar o sarrabulho doce vai muito além da gastronomia. “É mais do que uma receita ou uma sobremesa: é uma ligação às origens, às famílias e à história da nossa terra. Envolver as novas gerações é essencial para garantir que este património cultural continua vivo no futuro.”

O impacto do evento tem sido claramente positivo. A organização regista, em média, cerca de 150 participantes no almoço e aproximadamente 250 pessoas no encontro de janeiras, “esta dinâmica reforça a vida cultural e social da freguesia, promove o convívio entre gerações, valoriza as tradições locais e contribui para dar maior projeção ao Cais Cultural e à própria freguesia de Caíde de Rei”, acrescenta.

A escolha dos grupos participantes teve como critério a valorização das coletividades da freguesia e da região, “demos prioridade a quem mantém viva esta tradição e procurámos garantir diversidade e representatividade, envolvendo associações que têm colaborado connosco ao longo dos anos”, refere.

A organização espera receber um público diversificado, desde habitantes locais a visitantes interessados nas tradições e na gastronomia regional. “A resposta da população tem sido muito positiva, com grande entusiasmo e participação, o que demonstra o orgulho da comunidade em apoiar e manter viva esta iniciativa”, conclui o presidente do Cais Cultural.

Assim, a Festa do Sarrabulho Doce afirma-se como um momento privilegiado de celebração da identidade local, onde a gastronomia, a música tradicional e o convívio comunitário se cruzam para manter vivas as raízes culturais de Caíde de Rei.

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