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Defesa de GNR condenado por burlas pede libertação imediata

A defesa do militar da GNR condenado por burlas que se barricou por 16 horas, na semana passada, no posto de Felgueiras, interpôs um pedido de libertação imediata do seu cliente alegando prisão ilegal, defendendo que a sentença de 13 anos ainda não transitou em julgado devido a recursos pendentes.

O advogado argumenta que os recursos interpostos pelo pai e pela ex-companheira do arguido, ambos coarguidos condenados em coautoria, incidem sobre matéria comum à decisão e impedem o trânsito em julgado.

A mãe do militar também manifestou intenção de recorrer, aguardando nomeação de defensor, reforçando a posição de que a execução da pena é prematura.

O guarda, natural de Mondim de Basto, cumpre uma pena de 13 anos de prisão por dezenas de crimes de burla qualificada e branqueamento de capitais, relacionados com um esquema organizado com pais e esposa que terá rendido mais de 400 mil euros.

O esquema afetou 29 vítimas, na maioria idosos dos concelhos de Celorico de Basto, Mondim de Basto e Cabeceiras de Basto. A pena foi confirmada em instâncias superiores, incluindo o Supremo Tribunal de Justiça

Após a sua entrega, no dia 31 de dezembro, o militar foi conduzido ao Estabelecimento Prisional de Tomar para cumprir pena de prisão.

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