As inscrições para o voto antecipado em mobilidade para as eleições presidenciais arrancaram no domingo e decorrem até à próxima quinta-feira, dia 8. Quem escolher esta opção, pode ir às urnas no dia 11 de janeiro, numa mesa de voto à escolha, para eleger o novo Presidente da República.
Segundo informações da Comissão Nacional de Eleições, existem dois processos para o fazerem: um por via eletrónica, através do portal do eleitor, site disponibilizado pela Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, ou por via postal, tendo de indicar o nome completo, data de nascimento, número de identificação civil, morada e o município onde pretendem votar.
Os eleitores que pretendam votar antecipadamente, no dia 11 de janeiro, podem indicar em que município o pretendem fazer, não tendo de ser no município onde estão recenseados.
Caso não possam votar no dia 11, apesar de terem realizado a inscrição para o voto antecipado em mobilidade, os eleitores podem mesmo votar no dia 18 de janeiro.
Desde as eleições europeias, em 2019, que é permitido votar antecipadamente. A medida tem agradado aos portugueses, e tem existido um aumento sistemático do número de inscritos.
As eleições presidenciais estão marcadas para 18 de janeiro de 2026.
Concorrem às presidenciais 11 candidatos. Caso nenhum consiga mais de metade dos votos validamente expressos, realizar-se-á uma segunda volta a 8 de fevereiro entre os dois mais votados.
São 11 os candidatos às eleições presidenciais de 18 de janeiro, mas vão aparecer 14 nomes nos boletins de voto. Os candidatos são Gouveia e Melo, Luís Marques Mendes (apoiado pelo PSD e CDS), António Filipe (apoiado pelo PCP), Catarina Martins (Bloco de Esquerda), António José Seguro (apoiado pelo PS), o pintor Humberto Correia, o sindicalista André Pestana, Jorge Pinto (apoiado pelo Livre), Cotrim Figueiredo (apoiado pela Iniciativa Liberal), André Ventura (apoiado pelo Chega) e o músico Manuel João Vieira.
Esta é a 11.ª eleição, em democracia, desde 1976, para o Presidente da República.




