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Maria da Glória continua desaparecida, familiares mantêm buscas no Porto

Maria da Glória Sousa Faria, de 46 anos, residente em Sernande, continua desaparecida ao final da tarde de quinta-feira após alegadamente ter abandonado o Hospital de São João, no Porto, onde tinha dado entrada na noite de terça-feira com sintomas compatíveis com quadro depressivo. Os familiares prosseguem hoje as buscas na cidade com oito pessoas no terreno, indicou ao SF Jornal fonte próxima das buscas.

Ao SF Jornal, António Vítor, marido da desaparecida, explicou que acompanhou a mulher ao hospital no Porto, onde esteve com ela entre as 21h de terça-feira e a 1h da manhã seguinte. Segundo lhe foi comunicado, Maria da Glória deveria pernoitar no São João e seria transferida, na manhã de quarta-feira, para o Hospital Padre Américo, em Penafiel. Nesse momento, o marido recebeu indicação de que podia regressar a casa, tendo deixado a esposa aos cuidados dos serviços hospitalares.

Segundo o seu testemunho, na manhã de quarta-feira, a GNR contactou o António Vitor para informar que Maria da Glória estava dada como desaparecida. O marido acrescentou não saber quem alertou as autoridades, afirmando que não foi ele a apresentar a queixa, admitindo que pode ter sido o hospital, mas sem confirmação.

Até ao momento não há novas informações sobre o paradeiro da mulher. Os familiares e a GNR continuam as buscas.

Entretanto, fonte do Hospital de São João confirmou ao SF Jornal que a utente foi conduzida, na terça-feira, à Urgência Metropolitana de Psiquiatria pelos seus familiares.

Ressalvando que, na altura, Maria da Glória se encontrava “tranquila e colaborante”, a mesma aceitou “o internamento voluntário” na instituição hospitalar da sua área de residência, neste caso no Hospital Padre Américo, em Penafiel.

Contudo, na manhã do dia 12 de novembro, “a equipa verificou que tinha abandonado o Serviço de Urgência, sem qualquer comunicação” aos seus elementos.

“De imediato, foi notificada a autoridade policial (PSP) presente no local, conforme o procedimento em vigor na instituição. Posteriormente, foram solicitadas as diligências necessárias junto do Tribunal para a sua condução e internamento no hospital da sua área de residência”. E acrescenta:

“A ULS São João dispõe de normas e procedimentos de segurança destinados a prevenir saídas não controladas de utentes. Apesar dessas medidas, a utente conseguiu ultrapassar as barreiras de segurança existentes”.

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