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Com um crescimento de 8,1% em 2021 a China contribui para a recuperação mundial

Há um ano, quando a China era a única grande economia do mundo a atingir o crescimento económico, a agência noticiosa Bloomberg escreveu que o crescimento da China estava a ajudar a economia global a recuperar. Agora, um ano depois, com a divulgação dos dados económicos de 2021, o desempenho económico da China correspondeu às expectativas globais, contribuindo significativamente para a recuperação económica mundial.

De acordo com o “boletim anual” divulgado pelo Gabinete Nacional de Estatística da China, a produção económica total atingiu 114,4 triliões de yuans em 2021, ficando em segundo lugar no mundo, com uma taxa de crescimento anual de 8,1%. Estes resultados demonstram que a economia chinesa prosseguiu a recuperação e que os seus objetivos foram atingidos em 2021.

A recuperação económica fica a dever-se, sobretudo, à expansão contínua da procura interna. Em 2021, o valor total de venda a retalho de produtos consumidos pela sociedade superou os 40 triliões de yuans, um aumento de 12,5% em relação ao ano anterior. O investimento em ativos fixos do país ultrapassou 50 triliões de yuans, um aumento de 4,9%. A procura doméstica teve uma contribuição de 79,1% para o crescimento económico da China.

Ao mesmo tempo, os ciclos doméstico e internacional contribuíram para a recuperação económica sustentada da China. Por um lado, a expansão da procura interna impulsionou as importações; por outro lado, a expansão da procura externa impulsionou as exportações. 2021 viu a importação e a exportação total de bens da China atingir níveis recorde, com as importações e exportações a aumentarem 21,5% e 21,2%, respetivamente, em relação ao ano anterior. A procura interna e a externa combinadas entre si, imprimiram maior vitalidade à economia chinesa.

Sendo a segunda maior economia do mundo, a contínua recuperação económica da China tem um forte efeito de arrastamento. Isto traz não só confiança à economia global, mas também proporciona oportunidades e dividendos. De acordo com projeções preliminares do Gabinete Nacional de Estatística da China, o crescimento económico da China terá contribuído com cerca de 25% para o crescimento económico mundial em 2021.

Contra o pano de fundo de uma quebra global do comércio e do investimento, a forte procura no mercado chinês proporciona às empresas globais encomendas cobiçadas e oportunidades de investimento. Em termos de investimento, por exemplo, a utilização efetiva de investimento estrangeiro na China em 2021 foi de 114,94 mil milhões de yuans, um aumento de 14,9%.

Deve referir-se que os produtos chineses constituíram uma força destacada no combate à pandemia e deram um importante impulso à recuperação económica global, especialmente nos países em desenvolvimento. Até ao final de 2021, a China tinha fornecido à comunidade internacional, cerca de 372 mil milhões de máscaras, mais de 4,2 mil milhões de peças de vestuário de proteção, 8,4 mil milhões de reagentes de teste. Ofereceu ainda mais de 2 mil milhões de doses de vacina contra a Covid-19 a 120 países e organizações internacionais.

Atualmente, o ambiente económico que a China enfrenta permanece complexo e severo, mas os fundamentos de uma retoma económica a longo prazo permanecem inalterados. Em particular, desde o surto da epidemia, o governo chinês aderiu a uma abordagem científica de “prioridade à vida” no combate à epidemia, tendo privilegiado o apoio aos intervenientes no mercado, em lugar de uma política de incentivo económico.

Os resultados destas políticas são cada vez mais visíveis, pelo que os dirigentes chineses se mostram otimistas e confiantes na capacidade de manter um desenvolvimento económico sustentável e saudável face a um ambiente externo incerto.

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